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Vacas de Corte Prenhes em Pastagem

Suplementação e Produtividade de Vacas de Corte Prenhes em Pastagem

O estudo do qual trataremos aqui, foi realizado por pesquisadores da Universidade Federal de Viçosa. 

Eles avaliaram o efeito de níveis diferentes de suplementação em vacas prenhes, para ver se haveria alguma melhora no desempenho produtivo delas. 

O experimento foi realizado durante 84 dias, no período seco do ano.

Foram analisadas 28 vacas mestiças gestantes, com predomínio de sangue zebuíno, em pastos de brachiaria decumbens.

Elas pesavam em média 446 kg no início da suplementação. 

A área de pastagem utilizada apresentou uma disponibilidade média de 2600 kg de matéria seca potencialmente digestível e um teor médio de proteína bruta igual a 6,8%.

Durante o período do experimento, as vacas consumiram suplementos múltiplos com 30% de proteína bruta, em níveis de 0,5 – 1 – 1,5 kg por vaca todos os dias.

Os autores verificaram que houve um efeito quadrático da suplementação sobre o ganho de peso diário e também um aumento linear do escore de condição corporal final dessas vacas.

Alguns itens observados não sofreram nenhum tipo de influência, como os consumos de matéria seca e dos nutrientes digestíveis totais, assim como a eficiência de síntese microbiana no rúmen. 

A conclusão do estudo foi que o fornecimento de 1 kg de suplementação mineral, otimiza assim desempenho de vacas gestantes em pastejo durante a época seca do ano.

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